O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou que as canetas à base de semaglutida vão deixar de ser “coisa só para ricos”. Segundo ele, a queda de preço trazida pela concorrência torna viável levar o tratamento ao SUS.
Em que pé está
Em 24 de setembro de 2026, o ministério pediu à Conitec, a comissão que avalia novas tecnologias para o SUS, a incorporação das canetas. Em agosto, a Conitec tinha recusado a inclusão por causa do alto custo. Agora o processo segue com parecer técnico, consulta pública e decisão final.
O que isso significa hoje
- Ainda não há oferta da caneta para obesidade na rede pública.
- Os critérios de acesso (grau de obesidade, diabetes, outras doenças) ainda serão definidos.
- Os prazos dependem da Conitec e da pactuação com estados e municípios.